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EUROPARC procura soluções de proximidade para problemas globais

EUROPARC procura soluções de proximidade para problemas globais

Nota de imprensa n.º 5 |
7 de setembro de 2017 |

A sessão de trabalhos na manhã de quinta-feira, na Escola Secundária de Arouca, destacou a importância de trabalhar em conjunto com as populações locais para preservar os espaços naturais existentes, numa convivência benéfica para todos. Marina Silva fechou a sessão lembrando a relação entre a natureza e a vida humana. “As pessoas fazem os territórios. Por isso, as pessoas de Arouca querem dar-vos as boas-vindas”. Foi com esta breve frase que o coordenador da ADRIMAG, João Carlos Pinho, convidou todos os presentes na Conferência EUROPARC a tomarem os seus lugares para a sessão de abertura. Os trabalhos decorrem na Escola Secundária de Arouca.

Na sessão de abertura, Artur Neves, presidente da Câmara Municipal de Arouca, afirmou a vontade de ter “uma palavra a dizer nesta troca de ideias sobre as novas vozes, as novas visões e os novos valores para os espaços naturais pelos quais somos responsáveis”. O autarca afirmou mesmo que “hoje, Arouca é o centro do mundo, no debate de alguns dos assuntos mais importantes, mais urgentes e mais estruturantes que podemos ter nas nossas agendas”. Referiu, ainda, a importância das decisões tomadas a nível local, em proximidade, e o bom exemplo das Montanhas Mágicas. “Demonstramos que a gestão e as decisões da esfera local podem ter (e têm, de facto) impactos globais. Hoje, sublinhamos que a gestão sustentável e de proximidade dos recursos naturais é um passo decisivo para que as gerações vindouras possam continuar a deslumbrar-se com a limpidez dos rios, com a pureza dos ares da montanha, com a beleza indescritível dos ciclos da natureza. O território Montanhas Mágicas é um exemplo de como, localmente, estamos a fazer a diferença. Sete municípios assumiram que têm mais aspetos em comum do que diferenças, e fizeram do que pareciam ser fraquezas (a interioridade, o carácter rural, a proximidade à montanha), forças: o património natural, a proximidade, o carácter diferenciador”.

Margarida Belém, presidente da Direção da ADRIMAG, sublinhou a vocação turística do território Montanhas Mágicas, mas fez questão de acrescentar que “não queremos um turismo desfasado da nossa realidade ou apenas baseado em ocorrências pontuais de marketing”. Para a também vice-presidente da Câmara Municipal de Arouca, a vocação sustentável do território composto pelos sete municípios “faz com que o turismo que procuramos captar seja um turismo essencialmente ligado à natureza e ao património, com forte vocação pedagógica. Somos um território de experiências, experiências marcantes, únicas, que fazem com que quem nos visite viva algo que nunca viveu em nenhum outro destino que tenha visitado”. Margarida Belém não deixou de assinalar o facto de o Arouca Geopark ser parte integrante das Montanhas Mágicas: “o facto de termos território UNESCO, o Arouca Global UNESCO Geopark, e vencedor dos World Travel Awards, veio sublinhar esta nossa orientação ligada ao desenvolvimento sustentável”, acentuando que “só podemos preservar o que conhecemos”.

As potencialidades do território Montanhas Mágicas foram visíveis a Ignace Schops, presidente da Federação EUROPARC, que não poupou elogios às Montanhas Mágicas. “As montanhas são mágicas, porque o futuro está aqui. Muitos dos decisores relevantes, estão nesta sala”, disse. O representante europeu sublinhou a importância da estrutura a que preside, referindo-se a ela como “a maior organização que acolhe espaços naturais, com responsáveis pela gestão de 40 milhões de hectares de rede Natura 2000”. O investimento em novas ferramentas para a preservação do património natural e para a sustentabilidade estão claramente na agenda da EUROPARC que, no entender do seu presidente é “uma voz que é ouvida, nomeadamente pela Comissão Europeia”, mas salientou a necessidade de alargar esse diálogo a outros sectores da Comissão. “Estamos a encontrar soluções locais para problemas globais”, frisou, para alcançar objetivos como “a proteção da vida selvagem a partir de uma vida humana sustentável”.

Célia Ramos, Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, encerrou a sessão de abertura, manifestando total identificação do Ministério do Ambiente com a iniciativa. Para a representante do Governo, Terra, Espaço e Tempo/Oportunidade são as palavras-chave para a ação neste domínio. “As Montanhas Mágicas são uma escolha emblemática, já que a única conferência que tínhamos acolhido em Portugal foi há 30 anos, em Braga, com o Parque Natural da Peneda/Gerês na organização”, referiu. Célia Ramos também reforçou a importância das estruturas locais para melhor irem ao encontro das necessidades das áreas protegidas. “O mote desta conferência é particularmente inspirador. O mundo precisa de mudança, tal como Camões referiu, encarando o património natural como potenciador de desenvolvimento e de promoção internacional dos países”, acrescentou. Olhando o futuro, a Secretária de Estado apontou três questões fundamentais a responder: “o que fazer, como fazer e com quem fazer? Temos de promover a partilha e a participação, o envolvimento e a proximidade, com inovação e sustentabilidade”. Terminou, dizendo que a biodiversidade é um conceito com “expressão alargada, sobretudo aos espaços públicos das cidades”. É, portanto necessário “promover a cogestão”, envolvendo os responsáveis pelos territórios, “para que tenham vida”.

A visão da Encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco, sobre os valores espirituais que sublinham a questão da conservação da natureza. Foi este o mote da reflexão do Monsenhor Francisco Forján Madero, membro da Secretaria de Estado do Vaticano. Para este clérigo, “a mensagem do Papa encaixa muito bem no slogan desta Conferência”. Nesta “carta circular”, significado de Encíclica, “o Papa alerta para o cuidado da Casa Comum”, disse Monsenhor Madero, “dirigindo-se a todos os que habitam o planeta, com ou sem tendência religiosa”. Segundo o representante Vaticano, “salvaguardar a Criação” é dever de todos, privilegiando “a dignidade humana e a gestão do meio ambiente”. O representante do Papa apresentou a Encíclica na esteira de São Francisco de Assis, “com a preocupação nas periferias e com amor pela natureza – de resto, é o santo patrono da Ecologia”. Terminou a sua intervenção apelando à necessidade de medidas concretas, porque “o património natural é um empréstimo, ao qual devemos acrescentar solidariedade intergeracional”.

Um Plano de Acção para a natureza, as pessoas e a economia foi o tema abordado por Humberto Rosa, Director para o Capital Natural da Direcção Geral do Ambiente da Comissão Europeia. Após a apresentação de um breve vídeo, com uma mensagem do Comissário Europeu Karmenu Vella, apresentou a forma como este Plano foi construído. “Tivemos mais de 552 mil respostas positivas à consulta pública lançada”, referiu, apontando “o reconhecimento do potencial das directivas e o seu melhoramento, em termos de coerência, para benefício das pessoas, da natureza e da economia” como os pontos essenciais. Em termos mais práticos, este representante da Comissão Europeia apontou o compromisso político, mais concretamente o “reforço do investimento em áreas Natura 2000, com base em fundos europeus”. Mais comunicação e o “reforço do compromisso com dos cidadãos, regiões e autarquias” como ações fundamentais, no âmbito do Plano apresentado.

Os exemplos práticos das ações implementadas por Dominique Leveque, presidente da Câmara de Ay-Champagne e presidente do Parque Regional Montagne de Reimns, com jardins e hortas comunitárias, refeições escolares com produtos biológicos locais, parques e vias para os ciclistas, carros elétricos para os serviços públicos e um autocarro escolar pedestre mereceram o aplauso da plateia. “Um parque é sempre um botão de desenvolvimento”, vincou o francês.
O mesmo espírito de mudança foi implementado por Erika Stanciu, em 13 meses de experiência num governo tecnocrata, na Roménia, apartidário. “Na nossa sociedade, a natureza está na base de tudo. Nós dependemos uns dos outros e do que a natureza nos dá. O que precisa de mudar é a atitude, e é mais fácil a mudança em grupo do que sozinha”, afirmou a também Diretora Técnica das Áreas Protegidas e Florestas.

A sessão de trabalhos matinal foi encerrada por Marina Silva, Senadora Brasileira e ativista ambiental. “A realidade é poliglota”, começou por dizer a brasileira, caraterizando a urgência universal da preservação ambiental e justificando a necessidade de novas vozes, novas visões e novos valores para o meio ambiente. “Em 10 anos, no Brasil, conseguimos uma redução de 80% do desmantelamento da floresta Amazónia e uma redução de mais de quatro milhões de toneladas de emissão de CO2”, lembrou a sua ação enquanto membro do governo brasileiro. Para Marina Silva, olhar o ambiente e conservá-lo é primordial para a conservação da vida humana. “A vida é o bem mais importante que temos. O que estamos aqui a debater trata de sustentar a vida porque é a natureza que sustenta a vida”, considera.

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Primeiro dia da #EUROPARC2017 em 3 minutos!

Primeiro dia da #EUROPARC2017 em 3 minutos!

O primeiro dia da Conferência EUROPARC 2017 em 3 minutos! Um dia preenchido em São Pedro do Sul, onde os participantes elegeram o novo Council da Federação, ouviram Fado e foram surpreendidos com um desfile de moda com autênticos produtos das Montanhas Mágicas!

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Nações Unidas “juntam-se” à Conferência EUROPARC 2017

Nações Unidas “juntam-se” à Conferência EUROPARC 2017

Impedidos, por motivos de agenda, a estar presentes na Conferência EUROPARC 2017, António Guterres, Secretário-Geral da ONU, e Karmenu Vella, Comissário Europeu do Ambiente enviaram uma mensagem em vídeo, enaltecendo a importância do evento e elogiando o trabalho desenvolvido no território Montanhas Mágicas.

Na opinião de António Guterres, no que às Montanhas Mágicas diz respeito, é importante “valorizar o magnífico território de montanha, as suas potencialidades (…) e, acima de tudo, o seu capital humano”. Neste sentido, a Conferência EUROPARC 2017 é uma oportunidade excelente para “debater e destacar o papel das áreas protegidas”, neste que foi declarado pela ONU como Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento.

O Secretário-Geral lembrou ainda que as áreas protegidas na Europa “minimizam os efeitos das alterações climáticas contrariando a perda de biodiversidade” e vincou que a Carta Europeia de Turismo Sustentável, implementada também no território Montanhas Mágicas, é uma ferramenta de gestão através da qual se consegue trabalhar melhor em prol do bem das gerações atuais e futuras.

 

Karmenu Vella salientou que “a existência de áreas protegidas demonstram preocupação sobre o valor da natureza e dos seus múltiplos benefícios. Mas precisamos de ligação à natureza e para isso precisamos de ter bom planeamento das cidades, que integrem a natureza e os espaços verdes”, considerou Karmenu Vella. O Comissário entende que a “EUROPARC tem construído estas pontes, têm feito um excelente trabalho em promover as áreas protegidas e desenvolver o turismo sustentável”, uma preocupação que a Comissão Europeia partilha.

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FEDENATUR aprova integração na Federação EUROPARC

FEDENATUR aprova integração na Federação EUROPARC

Nota de imprensa n.º 4 |
6 de setembro de 2017 |

Os membros da FEDENATUR – Associação Europeia de Parques Periurbanos aprovaram esta tarde, em assembleia geral, em S. Pedro do Sul, a sua integração na Federação EUROPARC, numa ação que marca o arranque da Conferência EUROPARC 2017, que acontece no espaço das Montanhas Mágicas, até o próximo domingo, 10 de setembro.

“Estou feliz por esta decisão. A EUROPARC trabalha com áreas protegidas, mas na Europa, grande parte destas áreas encontram-se na periferia de grandes centros urbanos. Hoje, a maior organização de parques periurbanos junta-se à EUROPARC aportando novos conselhos e experiências mas principalmente novas visões, novas vozes e novos valores. A EUROPARC está aberta a colaborar com outras organizações que trabalhem a mesma vertente de desenvolvimento sustentável”, garantiu Ignace Schops presidente da Federação EUROPARC, e reeleito esta tarde para um novo mandato de três anos.

“Hoje, graças ao nosso esforço conjunto, a FEDENATUR renasce dentro de um grande projeto. Vamos, com a nossa sabedoria, trazer novas ideias e visões de futuro a esta grande casa que é a EUROPARC. Uma casa comum, da qual estamos muito satisfeitos de fazer parte. Isto não é o fim de um percurso, mas a oportunidade de direcionar o nosso conhecimento, capacidade profissional e recursos numa organização de horizontes mais abrangentes”, justificou, desta forma, Roberto Della Rovere, Presidente da FEDENATUR, que agora deixa de existir enquanto organização individual. O italiano salienta ainda a vertente da sustentabilidade destes territórios, considerando que “os parques periurbanos e da cintura metropolitana são uma realidade demonstrativa que viver e produzir dentro da área de parque pode ser, e é na maioria das vezes, um recurso e uma oportunidade. Combinamos o respeito pelo ambiente com o desenvolvimento sustentável”.

A integração na Federação, possível pela partilha dos objetivos comuns de preservação e sustentabilidade ambiental, amplia o território de intervenção da EUROPARC, estendendo-se a 38 países e quase 400 membros. Com sede em Regensburg (Alemanha) e em Bruxelas, a Federação conta com mais 8 secções nacionais e regionais cobrindo um total de 20 países Europeus.

Após a sua reeleição, Ignace Schops traçou as metas do novo mandato em que a sustentabilidade e a expansão da rede permanecem no centro das preocupações da EUROPARC.

“Os próximos três anos serão importantes para atingir a estabilidade e alargar o número de membros. Queremos ser o local onde se podem trabalhar as questões que preocupam as regiões de parques naturais, regionais, nacionais, e apoiá-los na conservação do património natural e cultural, no desenvolvimento sustentável dos territórios, com a participação ativa das populações”, afirmou.

Nos próximos dias as questões da convivência entre o Homem e a natureza, bem como a importância da sua preservação para o bem-estar das comunidades estarão em debate na EUROPARC 2017, por mais de três centenas de participantes, de várias nacionalidades. As ações desenvolvem-se pelo território Montanhas Mágicas (Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, S. Pedro do Sul, Sever do Vouga e Vale de Cambra), um dos espaços nacionais que assinaram a Carta Europeia de Turismo Sustentável.

Esta noite, S. Pedro do Sul acolhe a cerimónia de boas-vindas aos participantes, da responsabilidade da ADRIMAG, associação promotora da EUROPARC 2017.

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Estamos à vossa espera!

Estamos à vossa espera!

Menos de 24 horas para a Conferência EUROPARC 2017!

Em São Pedro do Sul, a ADRIMAG e a The Europarc Federation estão a fazer os preparativos finais para dar as boas vindas a todos no maior evento de profissionais de áreas protegidas!

Durante 4 intensos dias, mais de 300 participantes irão discutir as #NovasVozes, #NovasVisões, #NovosValores para as Pessoas e para a Natureza na Europa!

Fique atento ao website da Conferência e à #EUROPARC2017 nas redes sociais!

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Daniel Deusdado

Daniel Deusdado

DANIEL DEUSDADO

Daniel Deusdado, diretor da RTP1 e RTP Internacional, é jornalista, com a carteira profissional 1246. Formado em Direito pela Universidade Católica do Porto, tem ainda uma pós-graduação em Realização e Televisão pela Escola das Artes da Universidade Católica.

Jornalista desde os 18 anos trabalhou, entre outros jornais, no Público – desde a sua fundação até 1998 – e foi, depois, subdiretor do jornal em 2002 e 2003. Criou várias empresas de jornalismo e televisão e foi responsável por programas e documentários como Radar de Negócios, Nobre Povo, Liga dos Últimos, Himalaias – A Viagem dos Jesuítas Portugueses, Nos Passos de Magalhães, entre outros.

Foi diretor da revista Ideias & Negócios; criou e dirigiu durante 10 anos o barómetro económico mensal do Expresso, Conselho dos Doze; foi colunista semanal do Jornal de Notícias. Foi Diretor da RTP3 até julho de 2016.

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Daniel Deusdado
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Conferência EUROPARC 2017 já tem quase 200 inscritos

Conferência EUROPARC 2017 já tem quase 200 inscritos

Nota de imprensa n.º 3 |

17 de julho de 2017 |

A cerca de mês e meio para a realização da Conferência EUROPARC 2017, o número de inscrições está perto das duas centenas de participantes, representando mais de 30 nacionalidades, estando perto de atingir a capacidade total do evento.

As inscrições abriram em abril e até ao momento estão inscritos 178 pessoas. De acordo com os dados fornecidos no momento da inscrição, estarão representadas 30 nacionalidades diferentes. O país com maior número de participantes, a par de Portugal, é a Holanda.

Especialistas em áreas protegidas e profissionais de conservação da natureza oriundos de quatro continentes – Europa, Ásia, África e América – estarão reunidos no território das Montanhas Mágicas para o maior evento europeu de áreas protegidas.

“Até ao momento temos quase 200 inscritos, sendo a maior comitiva estrangeira oriunda da Holanda. Esperamos ainda uma maior adesão por parte dos profissionais de conservação e responsáveis pelas áreas protegidas em Portugal, uma vez que discutiremos temáticas muito pertinentes para o país, como a gestão florestal e incêndios, a coexistência com grandes carnívoros e a gestão partilhada de áreas naturais”, adianta João Carlos Pinho, coordenador da ADRIMAG, entidade organizadora do evento.

A Conferência EUROPARC é um evento europeu com um enfoque internacional, que reúne vários especialistas em torno de questões temáticas relacionadas com a conservação da natureza e do património cultural, bem como a gestão sustentável de todas as atividades dentro de áreas protegidas e classificadas. O evento acontece em Portugal, de 6 a 10 de setembro, numa área geográfica de enorme valor ambiental e cultural, composto por Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, S. Pedro do Sul, Sever do Vouga e Vale de Cambra.

O tema para o evento é Novas Vozes, Novas Visões, Novos Valores para as Pessoas e Natureza na Europa e irá centrar o debate sobre o papel das áreas protegidas como territórios modelo para promover um desenvolvimento socialmente mais inclusivo, ambientalmente saudável e economicamente justo para todos.

Até se atingir o limite máximo, que rondará os 300 participantes, as inscrições podem continuar em europarc2017.montanhasmagicas.pt

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Humberto Delgado Rosa

Humberto Delgado Rosa

HUMBERTO DELGADO ROSA

Humberto Delgado Rosa é Diretor para o Capital Natural na Direcção-Geral do Ambiente da Comissão Europeia, desde Novembro 2015. A missão da sua equipa é a de proteger, conservar e potenciar o capital natural da União Europeia, nas áreas da biodiversidade, natureza, solo, florestas e ciclos de nutrientes, bem como supervisionar o programa LIFE.

Anteriormente, Delgado Rosa foi Diretor para a adaptação as alterações climática e tecnologias de baixo consumo de carbono na Direcção-Geral Acão Climática (DG Climate Action), e Secretário de Estado do Ambiente em Portugal, entre 2005 e 2011.

Humberto Delgado Rosa irá apresentar o recém-lançado "Plano de Acão para a Natureza, as Pessoas e a Economia". O Plano de Acão foi produzido pela Comissão Europeia no seguimento da processo de avaliação das Diretivas Aves e Habitats, com o objetivo de melhorar a sua implementação e aumentar a sua contribuição para o cumprimento dos objetivos Europeus de Biodiversidade 2020.

 

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