03 – Os privados fazem melhor?

Moderador: Joaquim Teodósio, SPEA (PT) 

As áreas de conservação da natureza geridas por privados não são comuns na Europa, mas já existem há muito tempo. O setor privado tem demonstrado um interesse crescente na conservação da natureza através de uma gestão sustentável com atividades de baixo impacto, em particular, o ecoturismo. Numa altura em que o abandono das terras e o despovoamento das áreas rurais são uma realidade em vários locais da Europa e em que a desertificação tem traçado o seu próprio caminho, existem exemplos de sucesso na Europa, e fora dela, que devem ser debatidos.

Estudo de caso #1

Flavio Ojidos, CNRPPN (BR)

“RPPN – Áreas Protegidas privados do Brasil: 27 anos de experiência e desafios para o futuro” por Flávio Ojidos da CNRPPN – Confederação Nacional de Reservas Particulares do Patrimônio Natural, Brasil
Flávio vai explicar-nos como funciona a participação da sociedade civil na conservação da biodiversidade no Brasil e como as RPPN são consideradas no sistema brasileiro de áreas protegidas, tratando da relevância desta realidade não só em termos de habitats protegidos, mas também em termos de oportunidades de geração de recursos, com vista ao desenvolvimento sustentável. Ele nos apresentará também a experiência da sua própria RPPN.

 

Estudo de caso #2

Pedro Prata, Associação Transumância e Natureza (PT)

“Faia Brava, a primeira Área Protegida portuguesa e o seu trabalho em prol da sustentabilidade” por Pedro Prata, ATN Associação Transumância e Natureza (ONG portuguesa que gere a AP)
Pedro irá contar-nos a história desta pequena Área Protegida privada estabelecida numa zona de Portugal de muito baixa densidade populacional onde eles criaram uma oportunidade de emprego e desenvolvimento sustentável e ao mesmo tempo protegendo e realçando o património natural do território.