04 – Uma solução alternativa para a gestão de áreas protegidas? Gestão privada de Áreas Protegidas Públicas

Moderador: Paulo Castro, Conselho do EUROPARC 

As Áreas Protegidas Públicas têm recorrido a soluções externas desde há algum tempo, numa tentativa de encontrar soluções alternativas que apresentem um menor custo. O paradigma do serviço público grátis para todos está a chegar ao fim em todo o tipo de serviços, incluindo o uso público das áreas protegidas. O debate centra-se na crescente externalização de serviços e no aumento dos custos para visitar as áreas protegidas. Neste debate, as parcerias público-privadas tendem a ser vistas como a solução para todos os problemas ou como o problema em si. É necessário apresentar exemplos da Europa, e fora dela, de forma a conhecermos modelos alternativos que apoiem os serviços públicos nestas parcerias público-privadas.

Estudo de caso #1

Fernando Sousa, Cataratas SA

“Gerindo centros de visitantes para 4 milhões de visitantes no brasil, uma experiência de sucesso envolvendo os parceiros locais” por Fernando Sousa do Grupo Cataratas, SA (uma grande empresa que gere vários centros de visitantes em Parques nacionais no Brasil), Brasil
Fernando vai-nos falar de como a empresa Cataratas está gerindo centros de visitantes de 3 parques nacionais no Brasil representando mais de 4 milhões de visitantes anualmente e qual tem sido a sua estratégia para involver a população local na sua economia, sendo mais inclusiva e sustentável para o território.

Estudo de caso #2

Fernando PieronI, Instituto SEMEIA

“Parcerias Público Privadas (PPP), desenvolvendo uma solução para algumas Áreas Protegidas brasileiras” por Fernando Pieroni de Semeia(ONG brasileira que desenvolve PPP), Brasil

Quando há grandes cortes orçamentais estruturais nas AP de todo o mundo, Fernando vai-nos falar acerca do trabalho relevante realizado por SEMEIA enquanto ONG que está ajudando a estabelecer Parcerias Público Privadas onde o setor privado está igualmente ajudando o setor público financiando soluções por forma a manter os altos padrões de gestão das Áreas Protegidas públicas.